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O que pode elevar o custo da compra de um imóvel?

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Vários são os fatores que elevam, muito além da medida, os preços dos imóveis nos grandes centros urbanos. Dentre eles estão a escassez de terrenos viáveis para implantação de empreendimentos imobiliários e o constante aumento da demanda. Ao pretender adquirir um imóvel, o “candidato a comprador” deve atentar para várias outras despesas diretamente relacionadas a essa compra, para que possa arcar com todas sem surpresas desagradáveis. Vamos comentar algumas delas.

A consultoria de um advogado

A compra de um imóvel é um momento muito especial na vida de todos nós. Significa uma importante conquista, pois garante a moradia de seu proprietário e uma relevante reserva patrimonial.
Devemos dar a esse momento uma atenção especial e ter conhecimento de todas as obrigações decorrentes da assinatura de um contrato de compra de venda de imóvel - bem como dos direitos dele decorrentes.

Construção seca: Placas cimentícias ecologicamente corretas

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A Construção Seca, como é chamada, é um método de construir diferente da alvenaria tradicional, principalmente, porque dispensa o uso de cimento preparado em obra, os tijolos e as armações convencionais; e pode ser planejada de forma tão racional, que o desperdício pode chegar a zero. Os métodos mais conhecidos são o Wood Frame (que leva perfis de madeira) e o Steel Frame (que leva perfis metálicos).

 O light Steel Frame é um sistema construtivo racional, cuja principal característica é o uso de perfis de aço galvanizado, que formam painéis, vigas, tesouras e demais componentes, resistentes às cargas da edificação e que dão forma à mesma.
 O produto indicado para o fechamento das paredes na construção seca é a Placa Cimentícia Impermeabilizada, da Brasilit. Que é resistente a impactos e é a única do mercado que sai impermeabilizada de fábrica e tem todos os componentes para um tratamento de junta que deixa a parede acabada lisa e perfeita como em qualquer construção convencional.
 As placas cimentícias não contém amianto, (fibra mineral banida em diversos países e em algumas regiões do Brasil por ser considerada cancerígena), tem elevada durabilidade e resistência à impactos e à umidade, baixo peso, compatível com quase todos os tidos de acabamento e garantem rapidez e limpeza na execução da montagem.
  As placas cimentícias garantem total respeito ao meio ambiente, considerando todo o ciclo de vida do produto: fabricação, montagem e descarte. A mistura de cimento, fios sintéticos e fibras celulósicas é perfeitamente ecologica.

DICA DO DIA: Tipos de Telhados. Qual escolher?

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Uma dúvida muito comum entre os que estão interessados em realizar uma obra é o tipo de cobertura a utilizar. Qual é a cobertura mais eficiente? Qual é a mais bonita? Qual esquenta menos o ambiente? E assim por diante. 
A verdade é que existem muitos tipos e variações e a cobertura pode ser algo difícil de imaginar porque exige um pensamento tridimensional. O arquiteto Roberto Simões costumava chamar a cobertura de “a quinta fachada do edifício” para chamar atenção a um ponto que muitas vezes acaba sendo deixado de lado e, na verdade, qualquer que seja a construção, é parte fundamental do projeto.

Vamos analisar brevemente questões relacionadas com cada tipo de cobertura existente para que você se familiarize um pouco com as opções que o mercado oferece atualmente.

Lajes

As lajes planas estão entre as coberturas mais comuns no mundo inteiro. Do Brasil à Sibéria, são largamente utilizadas em todo o tipo de construção. Um dos maiores problemas que o sistema enfrenta - e receio de muitas pessoas - é como realizar a impermeabilização, fundamental nesse sistema.
A impermeabilização de lajes pode ser realizada de várias formas. Há pinturas impermeabilizantes, mantas de diversas naturezas, telhas metálicas ou de fibrocimento sobre laje e a manta asfáltica.
A manta, se bem instalada, com caimentos corretos e proteção mecânica (isto é, , continua a ser uma das melhores soluções para lajes planas. Mas deve-se tomar muito cuidado ao contratar a empresa que vai executar a instalação, porque problemas podem demorar algum tempo para aparecer e, quando ocorrem, o prejuízo pode ser grande e a solução é geralmente complexa e trabalhosa.
A eficiência térmica de uma laje varia muito em função do seu projeto estrutural, sua solução de impermeabilização e acabamento final. No entanto é possível prever mantas isolantes térmicas a serem utilizadas em conjunto com a laje para melhorar sua eficiência.
Enquanto a impermeabilização e o peso que uma laje plana exerce sobre a estrutura da construção são os pontos fracos desse tipo de cobertura, podemos destacar três pontos fortes do uso desse sistema: plasticamente, a laje plana pode se tornar muito bonita e evita que a construção seja se torne muito vertical. É possível usar a cobertura como um terraço, se ela for calculada para tal, e esta pode ainda ser um teto jardim, solução interessantíssima para coberturas e muito adequada para nosso clima. Por fim, vale destacar que uma laje, calculada corretamente, facilita uma posterior expansão vertical da construção sem grandes incômodos.

Telhados

No Brasil, ainda mais comum do que as lajes, são os telhados. Basicamente o telhado é um sistema misto de cobertura (as telhas) com um sistema de sustentação (o madeiramento).
As telhas podem ser de diferentes acabamentos e materiais. Elas podem ser esmaltadas, coloridas, naturais. E ainda existem as famosas telhas de cimento, as tégulas, que se encaixam perfeitamente umas na outras.
As maiores variações entre tipos de telhados ocorrem em função do tipo do desenho da telha. Existem muitos tipos no mercado e podemos citar telhas tipo Francesa, Colonial, Plan, Romana, Portuguesa, Americana, Germânica, entre muitas outras.
O que muda entre elas é o design da peça e a forma com que ela conduz a água e se encaixa com a telha ao lado. A escolha do tipo de telha é fundamental, pois determina a inclinação que o telhado deve ter para que não haja infiltrações. A telha Portuguesa, por exemplo, necessita de 30% de inclinação do telhado, enquanto a telha Plan 26%, o que já resulta em uma razoável diferença na altura total da construção.
O sistema de sustentação do telhado é composto, de maneira simplificada, por terças (as peças mais robustas do telhado) que sustentam os caibros (as peças intermediárias), que por sua vez sustentam todas as ripas (as menores peças, estreitinhas) onde se encaixam as telhas.
O telhado deve ser sempre realizado com madeira apropriada, mas como o uso dessa solução é muito intenso no país, é bastante fácil de encontrar bons revendedores. Também é interessante prever um tratamento de verniz para estas peças, assim como para cupins, para que o telhado dure muito mais.
Existem as mantas de subcobertura que conduzem um eventual vazamento de uma chuva de vento para que não pingue dentro da construção e ao mesmo tempo melhoram o isolamento térmico. As mantas de subcobertura são ótimos acréscimos a um custo baixo, embora os telhados por si só tendam ter resultados térmicos muito bons por conta de dois fatores: o pé direito mais alto (forma-se um colchão de ar entre o talhado e o forro) e a inércia térmica das telhas de barro.

Metálicas

Cada vez mais utilizada no Brasil, as telhas metálicas podem ser simples ou do tipo sanduíche, que são um conjunto de duas telhas com isolante térmico entre elas. Os desenhos dividem-se basicamente em onduladas, trapezoidais e telha forro. Cada um desses desenhos possui diversas variações, que por sua vez permitem vãos e inclinações diferentes.
As telhas metálicas podem ser em aço ou alumínio, e ter acabamento galvanizado, anodizado, pintura eletrostática e outros, dependendo do fabricante e/ou do material utilizado.
As grandes vantagens desse sistema são a baixa inclinação necessária para instalação e a leveza, o que poupa a estrutura, tornando-o muito adequado caso esta seja metálica ou de madeira. Também vale a pena citar que é um sistema bastante rápido de se montar, o que pode se mostrar uma grande vantagem em um canteiro de obras.
Uma novidade recente é a possibilidade da utilização de um substrato de borracha que pode ser aplicado sobre as coberturas metálicas para que nele cresça um jardim, formando um teto jardim não acessível. Para quem está interessado em construções rápidas, secas e leves, mas gostaria de um teto jardim, essa solução pode ser muito apropriada.

Fibrocimento

As telhas de fibrocimento, muito conhecidas até hoje como “telhas de amianto”, por serem realizadas com esse material até a década de 80, são uma opção com custo baixo.
Embora geralmente sejam repudiadas por obras de alto padrão por serem muito utilizadas em construções simples, houve na arquitetura moderna dos anos 70 toda uma vertente que produziu obras muito elegantes utilizando esse tipo de cobertura. Isso mostra que não é o material que mais importa, mas sim o projeto e a forma em que foi pensado dentro do conjunto.
As vantagens desse sistema são o custo baixo e a praticidade de aplicação, mas sem um projeto cauteloso há o risco de o ambiente ficar quente demais ou com um aspecto simplório.
Existem ainda muitos outros tipos de cobertura, utilizados em uma escala menor do que os citados. Assim como os outros possuem vantagens e desvantagens, mas caso se interesse por algum deles, vale a pena considerá-los junto a um profissional para checar se é interessante incorporá-los a seu projeto.
Podemos citar coberturas com vidro, pergolados, retráteis ou flexíveis. Há ainda as coberturas tensionadas, com telhas de madeira, o telhado de sapé; as telhas shingles, de cobre, de ardósia; coberturas pré-moldadas de concreto, coberturas metálicas zipadas, e muitos outros.
Tenha em mente uma idéia de conjunto. Como sua cobertura dialoga com as paredes e a estrutura de sua casa? Você deseja uma casa mais robusta ou mais elegante? Qual a importância do conforto térmico onde imagina construir? Você gostaria de um teto jardim? Tendo essas questões em mente, você e seu arquiteto certamente escolherão a mais adequada.
A pior opção é fazer por fazer e não conhecer toda a infinidade de alternativas que a construção civil oferece.

LIVRO DO DIA: O Processo de Projeto e a Sustentabilidade na Produção de Arquitetura

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Entre o final de década de 1990 e o início dos anos 2000, o tema sustentabilidade ainda era pouco conhecido no Brasil. Nessa época, o arquiteto Marcio Porto estava nos Estados Unidos, trabalhando em escritórios de arquitetura já comprometidos com o menor consumo dos recursos naturais. Ao voltar para o Brasil, ele iniciou mestrado na área com o objetivo de aprofundar conceitos arquitetônicos capazes de agregar melhor qualidade de vida aos usuários e otimizar o gerenciamento energético das edificações. O resultado pode ser visto neste livro que traz uma conceituação atual e abrangente de arquitetura sustentável. A obra é fartamente ilustrada e aborda o tema através dos seguintes tópicos: 1. O que é sustentabilidade?; 2. O que é construção sustentável?; 3. Técnicas e materiais disponíveis; 4. Como se certifica um edifício; 5. A arquitetura brasileira como referência para o mundo; 6. Interiores corporativos; 7. Planejamento urbano; 8. A resposta internacional; 9. Sistema Construtivo; 10. Museu sustentável de arquitetura; 11. CENPES II; 12. Centro de Integração de São Gonçalo para o COMPERJ/PETROBRÁS. 

Autor: Marcio Porto
Editora: C4 - Português/Inglês - 2010
Dimensões: 24x24cm - 120 págs.
Capa: Brochura 

Nova sessão: LIVRO DO DIA

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Bem Arquitetautas, estou estreiando uma nova sessão em nosso blog, LIVRO DO DIA vai trazer à todos vocês sinopses de livros para profissionais e estudantes aprofundarem seus conhecimentos em nossa área, espero que gostem...!

DICA DO DIA - Redes de Segurança

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Feitas para proteger os ambientes, as redes de proteção costumam transmitir tranquilidade a quem mora em apartamento.Janelas e sacadas são revestidas com a rede para que a segurança aumente, principalmente em relação às crianças.
Porém, é preciso lembrar de que as redes têm vida útil, e de que condições climáticas – como chuvas constantes – desgatam o material com que as redes são fabricadas e também afetam os ganchos de fixação, que podem enferrujar e não oferecer mais a resistência necessária.
O ideal é que seja feita uma vistoria por empresas ou profissionais especializados a cada dois anos, para avaliar as condições gerais do local e do material utilizado. No Brasil, não há normas que garantam e avaliem as redes e a instalação delas, mas o Inmetro já solicitou à Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) a avaliação do desempenho da rede em si e outra para avaliar sua instalação, ainda em processo de aprovação.
Se você já tem redes instaladas, fi que atento aos detalhes, como os ganchos enferrujados e as redes sem brilho. Esses são sinais claros de desgaste que requerem uma avaliação imediata do material e de sua possível substituição.


O que é conforto...?

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O que define o conforto?
Ele pode ser definido por tudo aquilo que proporciona bem-estar, indo além das funções básicas esperadas para aquele ambiente. "É um conceito que ultrapassa a ideia básica do edifício apenas como abrigo". Em resumo, essa qualidade é a união dos fatores que nos fazem sentir bem com a casa e com o ambiente em que estamos.


O que é mais importante: bem-estar ou estética?
É necessário haver equilíbrio, até mesmo a função puramente estética da decoração, seja em uma peça ou obra de arte, promove um tipo de conforto muito importante, o visual, porque agrega acolhimento.


O design a favor da comodidade
Em sempre as peças assinadas são um exemplo máximo de aconchego. O conforto de uma peça de design, na verdade, segue cada época. Ao avaliar melhor o histórico de produtos, profissionais da área descobriram que modelos existente no Brasil, diferenciavam-se das linhas originais, traçadas na década de 1950, e decidiram resgatar o projeto. O resultado valorizou o produto e o deixou ainda mais confortável.