Twitter
RSS

Planta Baixa: Entenda o que é e para que serve.

4

Sempre que nos envolvemos com projetos, sejam arquitetônicos, de reforma ou de decoração, automaticamente somos remetidos à planta baixa. Até aí tudo bem. O difícil é saber o que isso significa e para que, realmente, serve. Dúvidas normais uma vez que poucas pessoas a compreendem ou conseguem visualizar, a partir dela, a obra acabada.
    Na verdade, a planta baixa é o desenho de uma construção contendo todas as informações da edificação. Todos os ambientes são retratados, fielmente, através de suas medidas de largura e comprimento, bem como as especificações das portas e janelas com altura, largura e peitoril. Todo este detalhamento é feito em escala.
   Escala é a relação entre as dimensões de um desenho e as dimensões da peça a ser representada. Na montagem de planta baixa e cortes as escalas, normalmente, utilizadas são 1:50 e 1:100. Isso significa que a dimensão representada será, por exemplo, 50 vezes maior na realidade, ou seja, 1cm corresponde a 50cm reais. Escalas de redução são mais comumente usadas para que a visualização da peça seja possível no papel.
   Uma vez definida a escala a composição do desenho fornecerá a noção exata dos espaços, inserindo o conceito de área útil que é a área, efetivamente, utilizada por nós para viver e que, logicamente, terá peso maior.
   Para organizar uma planta baixa os procedimentos básicos sugeridos são:
1) Escolha da escala
2) Demarcação das paredes
3) Representação da projeção dos beirais
4) Representação da posição e das dimensões das esquadrias bem como dos arcos que demarcam as aberturas das portas
5) Representação das louças sanitárias
6) Representação dos pisos frios
7) Representação de textos e cotagem
   E não esqueça de informar a escala que foi usada na representação.
   Entretanto, dependendo do tipo de obra que estamos executando,projetos complementares como de iluminação, elétrica e hidráulica que fornecerão a localização dos pontos a serem explorados como, por exemplo, os focos de luz que serão usados para destacar quadros, poderão ser necessários. Mas, como são plantas técnicas, devem ficar a cargo de um profissional capacitado para a leitura. 
   Assim, a grande vantagem da planta baixa é dar uma clara visualização do que vamos construir, reformar ou do ambiente que estamos decorando. Uma vez que nos permite fazer uma adequação correta dos móveis a serem utilizados. Pois eles também podem ser representados, em escala, dentro da planta baixa, ajudando a identificar a necessidade da fabricação de móveis sob medida, por exemplo. E servirá, principalmente, como ferramenta facilitadora no processo de discussão e execução das ideias com o profissional escolhido para realizar o projeto.
   Para a execução do projeto a planta baixa executiva será o instrumento guia para o empreiteiro. Tudo o que será feito deverá estar representado com as medidas, absolutamente, corretas. Por isso, se for usar o computador para desenhá-la, use o Autocad que é o programa ideal para este tipo de trabalho. Os outros são mais indicados para ajudar na visualização da obra acabada privilegiando o layout   não servindo como instrumento executivo. 
  Com todas as informações assimiladas é só ir em frente e começar a usar esta poderosa ferramenta facilitadora de tarefas.

Alvenaria Gabaritada - Sistema construtivo inventado por maranhense

1
Em tempos de grande expansão no setor da construção civil, empresários de todo o país buscam alternativas diferenciadas para se destacar no mercado. Com a criação de vários programas habitacionais do poder público nos últimos anos, o setor tem enfrentado a escassez de requisitos fundamentais ao seu funcionamento, entre eles, mão-de-obra especializada e tempo.


No Maranhão, o empresário Juraci Carvalho solucionou esses dois problemas e ainda agregou à sua obra, qualidade e inclusão social. Nos canteiros de obra da LN Construções (Grupo Lua Nova), ele e sua equipe desenvolveram uma tecnologia que pode modificar definitivamente a rotina de uma construção.

Pecados do Marketing na Arquitetura

1

A cena se repete do Rio Grande do Sul ao Amapá. Do Pernambuco ao Acre: o cliente quer (ou precisa) contratar um arquiteto. Encontra um e pede um “rascunho”, um “croquis”, enfim, uma “idéia” do que vai ser projetado para que ele possa decidir se contrata ou não o profissional e/ou agência.
Trata-se do famoso “Estudo Preliminar”, descrito no DICIONÁRIO DO ENGENHEIRO, de Antônio Filho Neto, como a “definição das alternativas viáveis de solução arquitetônica para estabelecimento de objetivos por parte responsável pelo empreendimento”
Trata-se de um profissional trabalhando (prestando um serviço fundamental ao seu cliente) antes de ter sito contratado para isso e/ou mesmo já teno sido contratado para isso mesmo porque se o contrato é formado, o cliente aprovado o trabalho do profissional e/ou agência. E com o risco (real) de não vir a ser contratado e/ou desanimado por não ser o que o cliente esperava. Arriscando-se a perder o tempo e a energia consumidos na tarefa e/ou projeto.
Trata-se, antes de tudo, de uma das práticas mais comuns no exercício da arquitetura e da engenharia no Brasil. No Brasil inteiro, repito, para que o leitor não fique aí pensando que este é um problema regional, apenas no seu estado ou na sua cidade.

Por que Arquitetos dificilmente cobram consulta?

1

Se você fizer essa pergunta para 10 arquitetos, é provável que receba nove respostas do tipo "os arquitetos  não cobram consulta porque os clientes se recusam a pagar". Ponto final. Assunto encerrado!

Então vamos escrever um artigo, sobre outro assunto: Por que os clientes se recusam a pagar consultas feitas a arquitetos e engenheiros? Bom. Aí a conversa já é outra. Para responder a essa pergunta é preciso tentar entender o que passa na cabeça do cliente. Um bom começo é tentar pensar como um deles: você estaria disposto a pagar para saber se o dia já amanheceu? Pagaria para saber quem ganhou o campeonato de beisebol do Canadá? Quanto você pagaria pela informação sobre o resultado das eleições no Canta Galo Futebol Clube, de Rio do Sul?
Se você ainda não sacou o talão de cheques você já começou a entender o conceito: um cliente só paga por uma informação se ela tem algum valor para ele. Os clientes, via de regra, não aceitam pagar por consultas de engenheiros porque, para eles, essa informação não tem valor.
Mas, veja bem, eu não disse que a informação não tem valor. Eu disse que o cliente acha que a informação não tem valor. É diferente. A questão está no que o cliente pensa. A percepção do cliente é o que importa. É aí que está todo o problema.

Informação é a palavra chave de praticamente todo serviço de arquitetura.

10 coisas que os clientes deveriam saber sobre arquitetos

3

COISAS QUE O CLIENTE DEVE SABER:

1- Arquiteto dorme.

Pode parecer mentira, mas ele precisa dormir como qualquer outro vivente.
Procure não acordá-lo sem necessidade! Tá certo que a natureza do serviço contratado requer um certo contato com seus hábitos, e pode conferir um clima de intimidade à relação; mas daí a entender que o cara é "parceiro" noturno ou irmão camarada, prá agüentar tuas angústias a qualquer hora, tem uma baita diferença!...
Esqueça o telefone da casa dele - ligue para o escritório amanhã de manhã!



2- Arquiteto come.

Inacreditável, não? Mas é verdade...Este "SER" também tem fome. E algumas vezes, na hora do almoço...



3- Arquiteto algumas vezes PODE ter família.

Parece incrível, mas mesmo sendo ARQUITETO a pessoa pode precisar descansar

AutoCAD WS: visualização e edição dwg de bolso

0
Para usuarios de iphone/ipad uma ótima solução para aquela situação que o cliente perguta: "qual o tamanho desse vão?" e o seu "cadista" esqueceu de colocar as cotas é o aplicativo AutoCAD WS. Você cria uma conta no site, faz upload dos desenhos em .dwg, e pronto! É só acessar seus trabalhos de qualquer lugar através de seu dispositivo móvel. Também disponivel para android!

Vale lembrar que uma vez feito o upload dos desenhos, você poderá acessá-los de qualquer computador com acesso à internet, mesmo que não tenha instalado o AutoCAD!!! Em outras palavras, "uma mão na roda"!!!


Comunicação Visual - A identidade de um projeto

1
A comunicação visual tem como função básica identificar o ambiente, setorizar espaços, organizar fluxos, de forma prática e funcional, afinada com a necessidade e possibilidade de comunicação institucional. Ela atua no processo criativo em conjunto com o projeto arquitônico e com as diretrizes de marketing.
Cliente: Petit Gourmet (Teresina/PI)
   O projeto de comunicação visual, concebe a identidade visual da empresa, que por sua unidade agrega valor à marca e consequentemente à própria empresa, resultando numa valorização visual. Eu, como arquiteto e design trabalho em sintonia com o cliente em busca do projeto ideal, procurando as melhores soluções, dentro do custo estimado. Unindo arquitetura ao design gráfico, com o foco de desenvolver sistemas de identidade visual, para encontrar e concretizar soluções.

Materiais para fachada: Vidro

0

Atualmente, o vidro é parte integrante e fundamental do projeto arquitetônico. Faz parte da estética, e tem forte influência no conforto, na economia e na segurança de qualquer edifício. Para tanto deve-se fazer a escolha adequada do vidro em função das necessidades do projeto.
Existe no mercado um variado leque de opções com características técnicas específicas para cada uso:

Vidro Impresso

O vidro impresso é um vidro translúcido que recebe em uma ou ambas as faces, a impressão de um desenho (padrão ou estampa). É um produto muito versátil, podendo ser utilizado monolítico, temperado, curvado, espelhado e laminado. 


Caixas d'água: saiba como escolher!

0

As caixas d'água possuem diversos tamanhos e formatos. Entre os modelos mais populares estão os fabricados em polietileno e polipropileno e é possível encontrar caixas pequenas ou com grandes capacidades, para até 25 mil l.
A escolha do reservatório depende da necessidade de armazenamento da habitação ou empresa. Outras variáveis, como as condições do local de instalação, as características de abastecimento da região, manutenção e preço também podem influenciar na escolha.
Em geral, alguns compradores optam por adquirir produtos que oferecem volumes de armazenamento maiores, para garantir a água em períodos de corte de abastecimento, por exemplo. Já nas empresas, há uma crescente busca por tecnologias que fazem o reaproveitamento e a captação de água das chuvas, em modelos de cisternas ou tanques menores que armazenam a água e ocupam pouco espaço.
Na hora da compra, avalie se os fabricantes oferecem os manuais sobre como são feitas as instalações. E não deixe de levar em consideração o local de instalação, que deve ser de fácil acesso para a manutenção e limpeza. O ideal é uma base de concreto plana e que suporte o peso e a pressão da água, evitando que o produto seja danificado.

Confira as principais características de cada tipo de caixa d'água


Polietileno

A caixa d'água acondiciona até 15 mil l. Em geral, as peças são leves, flexíveis e empilháveis, o que facilita o manuseio, o transporte e a instalação. 







Poliéster reforçado