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Caixas d'água: saiba como escolher!

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As caixas d'água possuem diversos tamanhos e formatos. Entre os modelos mais populares estão os fabricados em polietileno e polipropileno e é possível encontrar caixas pequenas ou com grandes capacidades, para até 25 mil l.
A escolha do reservatório depende da necessidade de armazenamento da habitação ou empresa. Outras variáveis, como as condições do local de instalação, as características de abastecimento da região, manutenção e preço também podem influenciar na escolha.
Em geral, alguns compradores optam por adquirir produtos que oferecem volumes de armazenamento maiores, para garantir a água em períodos de corte de abastecimento, por exemplo. Já nas empresas, há uma crescente busca por tecnologias que fazem o reaproveitamento e a captação de água das chuvas, em modelos de cisternas ou tanques menores que armazenam a água e ocupam pouco espaço.
Na hora da compra, avalie se os fabricantes oferecem os manuais sobre como são feitas as instalações. E não deixe de levar em consideração o local de instalação, que deve ser de fácil acesso para a manutenção e limpeza. O ideal é uma base de concreto plana e que suporte o peso e a pressão da água, evitando que o produto seja danificado.

Confira as principais características de cada tipo de caixa d'água


Polietileno

A caixa d'água acondiciona até 15 mil l. Em geral, as peças são leves, flexíveis e empilháveis, o que facilita o manuseio, o transporte e a instalação. 







Poliéster reforçado

Área Construida? Como saber? Saiba aqui no blog.

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A norma NBR 1272:2006 da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) diz que área construída é a área total coberta de uma edificação, o que inclui a área de projeção do telhado da edificação. Porém, alguns COEs (Código Municipal de Obras e Edificações) dispensam o cômputo dos beirais dos telhados na área construída, até certas dimensões, criando regras específicas para o cálculo. A NBR 1272:2006 também apresenta um capítulo específico sobre os critérios para determinação e cálculo de áreas, onde se podem obter os conceitos da área real, área privativa, área de uso comum, área coberta, área descoberta, área equivalente etc.

Calcule bem sua obra e evite surpresas

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Na hora de calcular a quantidade de material a ser utilizada na obra, seja construção ou reforma, arquitetos, engenheiros e técnicos são unânimes: é preciso prever bem as perdas – que ocorrem do transporte ao manuseio. O cálculo evita desperdício e a dor de cabeça de ter de voltar à loja para comprar mais e correr o risco de não encontrar o produto, em falta ou já fora de linha. A maioria dos especialistas aponta uma margem de segurança de 10%.

Essa margem de 10% é aplicável na compra das telhas de barro, de azulejos, pisos, tijolos e blocos de concreto, lembrando, claro, que é necessário investir em materiais de qualidade para evitar desperdícios e analisar cada situação, por exemplo no caso dos pisos e azulejos estampados, que consomem mais peças para compor os desenhos.
Atenção na hora de comprar o cimento, que não possui muita durabilidade, evitando armazenamento.
O rendimento da tinta varia de acordo com a marca e do material utilizado (acrílica, elástica, etc.), o melhor é calcular a área a ser pintada (altura x largura) descontando-se os vãos como portas e janelas.
(Consumo de galões = metragem quadrada X número de demãos dividido pelo rendimento por galão informado pelo fabricante).